Caso Milton Ribeiro é encaminhado ao Supremo e Carmen Lúcia decidirá se investiga Bolsonaro

Caso Milton Ribeiro é encaminhado ao Supremo e Carmen Lúcia decidirá se investiga Bolsonaro

O juiz do TJDF, Renato Coelho Borelli, encaminhou os autos de investigações sobre o ex-ministro Milton Ribeiro e pastores suspeitos de atuarem no Ministério da Educação, para análise da Ministra Carmen Lúcia, no Supremo Tribunal Federal. O ato se deu após suspeitas de interferência do Presidente Jair Bolsonaro nas apurações. 

Segundo o apurado, teria ocorrido “indício de vazamento da operação policial e possível interferência ilícita por parte do atual Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, nas operações da Polícia Federal. As suspeitas decorreram de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça e por meio de um diálogo apurado em captação de conversas do então Ministro. 

Doutra banda, há notícia de que houve tratamento diferenciado dado ao ex-ministro do governo Jair Bolsonaro, em afirmação dada pelo Procurador da República que comanda as operações. O ex-Ministro não teria sido conduzido não teria sido levado diretamente a qualquer unidade penitenciária para que pudesse ser pessoalmente interrogado pela Polícia Federal.

Cabe à Ministra Carmen Lúcia a decisão à respeito do prosseguimento da investigação na Justiça Federal do Distrito Federal ou que parte dos autos fique sob a responsabilidade do STF. Por ora, o juiz Borelli determinou a interrupção de interceptações telefônicas dos investigados, até decisão da Suprema Corte.

 

Leia mais

STJ: fundada suspeita de tráfico não decorre apenas da fuga após perseguição policial

A fuga de um suspeito ao perceber a aproximação da polícia, por si só, não basta para justificar uma busca pessoal nem para caracterizar...

Sem vistoria interna, avaliação de imóvel por comparação é legítima para retomada por atraso

Sem acesso ao imóvel, avaliação por comparação é válida e consolidação é mantida pela Justiça em processos que discutem a retomada do bem por...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Dono de clínica de reabilitação é condenado por ministrar tarja-preta sem receita

Um homem responsável por um centro de apoio a dependentes químicos foi condenado pela 2ª Vara Criminal da comarca...

Justiça invalida confissão de dívida obtida por coação e condena empresa de cobrança

A 1ª Vara Cível da comarca de Penha declarou nula a confissão de dívida assinada por um consumidor sob...

Empresa é condenada por acionar trabalhadora durante licença médica

Os julgadores da Quarta Turma do TRT-MG mantiveram a condenação de uma empresa de apoio à educação ao pagamento...

Justiça mantém indenização por agressão a cliente dentro de supermercado

A 1ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve condenação da Atacadão...