MPAM recomenda presença de médicos especialistas e cirurgiões no Hospital Regional de Coari

MPAM recomenda presença de médicos especialistas e cirurgiões no Hospital Regional de Coari

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) expediu, na última segunda-feira (28/11/2022), Recomendação para tornar obrigatória a presença de médicos especialistas para realização de procedimentos médicos, independentemente da complexidade, e 02 (dois) médicos cirurgiões para qualquer procedimento médico cirúrgico, por exemplo, obstétricos e de cirurgia geral, seja em regime eletivo, de urgência, de mutirão, entre outros. A recomendação foi expedida pelo Promotor de Justiça Rafael Augusto Del Castillo da Fonseca, titular da 1ª PJ do município.

“A assistência à saúde obstétrica no Amazonas é lastimável, salta aos olhos os casos de má assistência relatados nas denúncias, situação que demonstra a precariedade da estrutura de saúde e existência de profissionais mal preparados”, explicou o Promotor de Justiça Rafael Del Castillo da Fonseca.

A Recomendação é decorrente de uma denúncia formulada pelo Conselho Tutelar de Coari informando fortes indícios de possível negligência médica, que acarretou a morte de 03 (três) recém-nascidos, além de suposta “violência obstétrica” praticada por um médico do hospital municipal.

“O termo ‘violência obstétrica’ é equivocado, pois ele dá uma ideia errada do problema, já que transfere a responsabilidade dos problemas da assistência unicamente para os médicos e profissionais da saúde, isentando o gestor público da sua culpa, quando na verdade o cenário que temos é: falta de estrutura nas unidades de saúde, falta de insumos, medicamentos, equipamentos etc., e uma formação de médicos de qualidade duvidosa”, finalizou o Promotor de Justiça. Com informações do MPAM

Leia mais

Sem prova de tratamento indispensável, cancelamento de plano coletivo não admite reativação

Plano coletivo pode ser cancelado sem autorização do consumidor, decide Justiça do Amazonas. A rescisão unilateral de contrato coletivo de plano de saúde é válida...

Ser chamado de “burro” em conversa de WhatsApp não gera dano moral

A responsabilidade civil pressupõe a presença concomitante de conduta ilícita, dano e nexo causal, conforme previsto em lei. Segundo a sentença, no caso concreto,...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Justiça mantém indenização à vítima de violência doméstica por perda de bebê

A 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) manteve a condenação de...

Ex-vendedora será indenizada por críticas à aparência em loja de luxo

A Justiça do Trabalho condenou uma loja da capital a pagar indenização de R$ 3 mil por danos morais a...

Justiça do Paraná reduz pena de homem que ateou fogo na companheira

Uma decisão do Tribunal de Justiça do Paraná acolheu o pedido da defesa de José Rodrigo Bandura e mudou...

Sem prova de tratamento indispensável, cancelamento de plano coletivo não admite reativação

Plano coletivo pode ser cancelado sem autorização do consumidor, decide Justiça do Amazonas. A rescisão unilateral de contrato coletivo de...