Transição para um novo governo era um tabu que com a eleição de Lula pode ser quebrado

Transição para um novo governo era um tabu que com a eleição de Lula pode ser quebrado

Havia uma confiança da equipe do Presidente Jair Bolsonaro de que o atual chefe do Poder Executivo Federal seria reeleito e que não haveria cenário para um governo de transição, considerado quase um tabu nos bastidores do Palácio do Planalto. Com a eleição de Lula, neste último domingo, o governo Jair Bolsonaro, agora distante de intenções golpistas, deve iniciar do zero os trabalhos para fazer uma transição nos próximos dois meses até a posse do novo chefe do Poder Executivo. 

Nesta segunda feira, dia 31, com a vitória de Lula consolidada, técnicos do governo já começam a se movimentar para passar o bastão aos petistas. Algumas áreas já havia iniciado, de forma individual, a coleta de informações preliminares para colocar à disposição do presidente eleito e de sua comitiva dados imprescindíveis.

Lula, no dia de ontem, fez um discurso na avenida Paulista e mencionou sua preocupação com essa transição e disse que, no hoje, teria que se preocupar ‘como é que a gente vai governar esse país’. De fato, Lula precisa saber de que forma essa transição vai se apresentar, para, a partir de então, fazer prévios planejamentos. 

Entre os nomes que estão cotados para formarem a lista de transição do presidente eleito estão o ex-ministro Aloízio Mercadante que coordenou o plano de governo da campanha, e a presidente do PT, Gleisi Hoffmann, além de Geraldo Alckmin, eleito como vice de Lula. 

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