Notícia da morte do Príncipe Pedro Luis é encaminhada ao Promotor de Marechal Cândido Rondon

Notícia da morte do Príncipe Pedro Luis é encaminhada ao Promotor de Marechal Cândido Rondon

Pedro Luís de Orléans e Bragança. Foto: Reprodução /Web

O pedido do advogado Aldebaran Luiz Von Holleben, ajuizado na Vara Criminal de Marechal Cândido Rondon, no Estado do Paraná, encontra-se com vista ao Ministério Público. Nos autos, o causídico leva ao magistrado a notícia de que “sem a menor dúvida foi Raul Seixas que matou o Príncipe Pedro Luis de Orléans e Bragança”.

O causídico também é músico e acionou a Justiça paranaense para pedir a condenação do falecido cantor Raul Seixas pelo homicídio qualificado do descendente da família real Pedro Luís de Orléans e Bragança, vítima de um acidente aéreo em 2009.

A petição, como foi divulgada pela imprensa, foi ajuizada na última sexta feira, dia 02.09.2022, e o advogado pede que a maçonaria promova a citação de Raul Seixas no plano espiritual correspondente. Raul Seixas morreu em 1989, ano no qual o cantor fez, segundo o requerente, um show em Ponta Grossa, no Paraná e que comprova com duas fotos dessa apresentação, na qual uma delas é sua. 

Segundo o noticiante, em 2009, um avião da companhia francesa Air France, com destino a Paris, caiu no oceano Atlântico e deixou mais de 200 vítimas e, entre estas, o brasileiro Pedro Luís, descendente de Dom Pedro II. Os autos se encontram com vista ao Ministério Público da Comarca com despacho do magistrado que data do último dia 08 de setembro, destinado ao Promotor Caio Marcelo Santana Di Rienzo. 

Leia mais

Sem prova mínima de abuso na cobrança das prestações, financiamento passa longe da ilegalidade

Cabe ao consumidor apontar e comprovar minimamente as irregularidades que pretende ver reconhecidas pelo Poder Judiciário, sob pena do pedido ser declarado improcedente. A...

Excesso de formalismo não pode excluir de concurso candidato com deficiência, decide Justiça

A Justiça Federal determinou a reintegração de uma candidata ao concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que havia sido excluída da disputa...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Divergência técnica sobre gabarito não justifica anulação de questões de concurso público

A Justiça Federal rejeitou o pedido de uma candidata do Concurso Público Nacional Unificado (CNU) que buscava a anulação...

Extravio de contrato não impede cobrança quando a dívida é comprovada por outros meios

A ausência ou mesmo o extravio de um contrato bancário não impede, por si só, a cobrança judicial da...

Sem prova mínima de abuso na cobrança das prestações, financiamento passa longe da ilegalidade

Cabe ao consumidor apontar e comprovar minimamente as irregularidades que pretende ver reconhecidas pelo Poder Judiciário, sob pena do...

Excesso de formalismo não pode excluir de concurso candidato com deficiência, decide Justiça

A Justiça Federal determinou a reintegração de uma candidata ao concurso do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que...