Equívocos, confusão e erros é o que TSE interpreta ao responder sugestões do Ministério da Defesa

Equívocos, confusão e erros é o que TSE interpreta ao responder sugestões do Ministério da Defesa

O Tribunal Superior Eleitoral respondeu ao Ministério da Defesa sobre o questionamento levantado sobre as urnas eletrônicas, cuja integridade fora questionada no documento encaminhado pelas Forças Armadas. Tudo decorreu de uma comissão criada pelo TSE para dar ainda maior transparência à segurança do processo eleitoral. Após a aprovação de um plano com dez medidas sobre o tema que foram apresentadas por especialistas, instituições civis e as próprias Forças Armadas, o Ministério da Defesa, logo depois, apresentou mais sete sugestões, que foram respondidas pelo Ministro Edson Fachin. 

De plano o TSE negou a existência de uma suposta sala escura de apuração. O termo estaria equivocado e teria sido usado pelo Presidente Jair Bolsonaro ao ter sugerido que as Forças Armadas procedessem a uma contabilização paralela dos votos. Os equívocos, confusão e erros na sugestão são descartados pela  equipe do TSE que lembrou que já é possível acompanhar e conferir a totalização com os boletins de urnas, disponíveis na internet e afixados em todas as zonas eleitorais do país após o fim do horário da votação.

A resposta dada às Forças Armadas, segundo Edson Fachin sobreveio apenas para prestigiar o diálogo e destacou que a Justiça Eleitoral tem historicamente assegurado a realização de eleições integrais no Brasil e que se manterá firme na atuação voltada a garantir a paz e a  segurança nas eleições. O respeito ao resultado das eleições como condições de possibilidade do estado democrático de direito e de uma sociedade livre, justa e solidária, firmou o Presidente do TSE.

Leia mais

Mesmo sem contrato assinado, extratos podem comprovar empréstimo

Segunda Câmara Cível entendeu que liberação do crédito, uso do dinheiro e descontos posteriores podem demonstrar contratação; ausência do documento físico, sozinha, não torna...

Tempo de serviço sozinho não garante progressão ao servidor

Servidora já havia conquistado progressão funcional, mas Tribunal entendeu que o tempo trabalhado não bastava para reconhecer novo avanço na carreira. O tempo de serviço,...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Plano de saúde deve garantir acompanhamento nutricional para paciente com autismo

A 7ª Turma Cível do TJDFT decidiu que operadora de plano de saúde deve assegurar acompanhamento nutricional prescrito para...

Filho e noivado não bastam para comprovar união estável pós-morte, decide STJ

A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), por maioria de votos, rejeitou pedido de reconhecimento de união...

TSE não participa de mudança de locais de votação, diz Nunes Marques

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, disse na terça-feira (20) que a Corte não...

Empresa não pode pagar advogado para representar trabalhador em acordo de rescisão

A Sétima Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou que a Viação Sudoeste Transportes e Turismo Ltda., de Francisco...