Equívocos, confusão e erros é o que TSE interpreta ao responder sugestões do Ministério da Defesa

Equívocos, confusão e erros é o que TSE interpreta ao responder sugestões do Ministério da Defesa

O Tribunal Superior Eleitoral respondeu ao Ministério da Defesa sobre o questionamento levantado sobre as urnas eletrônicas, cuja integridade fora questionada no documento encaminhado pelas Forças Armadas. Tudo decorreu de uma comissão criada pelo TSE para dar ainda maior transparência à segurança do processo eleitoral. Após a aprovação de um plano com dez medidas sobre o tema que foram apresentadas por especialistas, instituições civis e as próprias Forças Armadas, o Ministério da Defesa, logo depois, apresentou mais sete sugestões, que foram respondidas pelo Ministro Edson Fachin. 

De plano o TSE negou a existência de uma suposta sala escura de apuração. O termo estaria equivocado e teria sido usado pelo Presidente Jair Bolsonaro ao ter sugerido que as Forças Armadas procedessem a uma contabilização paralela dos votos. Os equívocos, confusão e erros na sugestão são descartados pela  equipe do TSE que lembrou que já é possível acompanhar e conferir a totalização com os boletins de urnas, disponíveis na internet e afixados em todas as zonas eleitorais do país após o fim do horário da votação.

A resposta dada às Forças Armadas, segundo Edson Fachin sobreveio apenas para prestigiar o diálogo e destacou que a Justiça Eleitoral tem historicamente assegurado a realização de eleições integrais no Brasil e que se manterá firme na atuação voltada a garantir a paz e a  segurança nas eleições. O respeito ao resultado das eleições como condições de possibilidade do estado democrático de direito e de uma sociedade livre, justa e solidária, firmou o Presidente do TSE.

Leia mais

STF nega revisão de condenação por improbidade de servidor em caso de atos sexuais no Amazonas

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal, com voto do Ministro Gilmar Mendes, rejeitou, por unanimidade, recurso de um servidor condenado por improbidade administrativa...

Moradia habitual por mais de dez anos reduz prazo da usucapião extraordinária

A redução de 15 para dez anos do prazo da usucapião extraordinária, quando o imóvel é utilizado como moradia habitual, serviu de fundamento para...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

AGU aciona PF para apurar suposto repasse de Trump a ações contra STF

A Advocacia-Geral da União (AGU) informou há pouco que acionou a Polícia Federal (PF) e a Procuradoria-Geral da República...

Dino declara perda de objeto em pedido de Tabet sobre Nossa Senhora

O ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu nesta quinta-feira (1º) encerrar o processo em que o...

Moraes multa em R$ 5 mil advogado que tentou burlar sistema do STF

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu multar um advogado em R$ 5 mil por...

Defesa cita novos fatos e pede revisão da condenação de Bolsonaro

A defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro citou novos fatos e ingressou com pedido de revisão criminal, na tentativa de...