CNJ determina bloqueio das redes sociais do juiz amazonense Luis Carlos Valois

CNJ determina bloqueio das redes sociais do juiz amazonense Luis Carlos Valois

Juiz Luis Carlos Valois. Foto: Raimundo Valentim

Manaus/AM – O juiz Luis Carlos Valois, da vara de execução penal do Amazonas, teve a conta retida no Twitter, ontem (16). Por meio de publicação no Instagram, o magistrado informou que o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) determinou o bloqueio de todas as suas redes sociais e, até o momento, somente o Twitter atendeu a medida.
Valois explicou que ainda não sabe o motivo da decisão do CNJ, que ainda não foi intimado e que decidiu não se manifestar mais nas redes sociais.

“Pessoal, essa deve ser a minha última postagem nas redes sociais. O CNJ determinou o bloqueio de todas as minhas contas no Facebook, Instagram e Twitter. Somente o Twitter bloqueou, mas em breve as demais devem ser bloqueadas também. Não sei o motivo ainda, não fui intimado, mas até em respeito à decisão do CNJ não me manifestarei nas redes mesmo com a conta ainda não bloqueada. Vocês não verão da minha parte nenhuma queixa ou acusação de pessoas, se institucionalmente eu errei, que isso seja resolvido de forma justa. Agradeço a todos que estão se manifestando, obrigado!”, escreveu o juiz.
O juiz é reconhecido por publicações polêmicas em defesa dos direitos humanos, legalização de drogas, mas recentemente estava com postagens viralizando ao ironizar sobre prisões de golpistas que participaram dos atos de vandalismo em Brasília.

Leia mais

Lucro presumido não deve servir de base para cobrança maior de IRPJ e CSLL contra empresa

A Justiça Federal no Amazonas afastou a cobrança do acréscimo de 10% sobre os percentuais de presunção utilizados no cálculo do Imposto de Renda...

Desligamento de estudante não pode ser rediscutido após decisão definitiva da Justiça

Justiça impede nova discussão sobre jubilamento de estudante de Medicina ao reconhecer que o mesmo caso já havia sido julgado definitivamente em outra ação...

Mais Lidas

Justiça do Amazonas garante o direito de mulher permanecer com o nome de casada após divórcio

O desembargador Flávio Humberto Pascarelli, da 3ª Câmara Cível...

Bemol é condenada por venda de mercadoria com vícios ocultos em Manaus

O Juiz George Hamilton Lins Barroso, da 22ª Vara...

Destaques

Últimas

Citação por aplicativo ou rede social terá julgamento reiniciado no STJ

Corte Especial levará discussão ao plenário presencial; relator propõe validar a comunicação com confirmação da identidade do destinatário e...

Lucro presumido não deve servir de base para cobrança maior de IRPJ e CSLL contra empresa

A Justiça Federal no Amazonas afastou a cobrança do acréscimo de 10% sobre os percentuais de presunção utilizados no...

Vítima de assédio sexual pode participar de processo disciplinar como terceira interessada

Segundo a Corte Especial do STJ, participação das denunciantes não compromete o direito de defesa nem afasta o dever...

Desligamento de estudante não pode ser rediscutido após decisão definitiva da Justiça

Justiça impede nova discussão sobre jubilamento de estudante de Medicina ao reconhecer que o mesmo caso já havia sido...